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Voluntários estrangeiros realizaram atividades no Cudaio

Trata-se de três jovens oriundos do Equador e do Brasil que participaram de atividades de promoção de doação e transplante.

Salud

Viernes 21 de octubre de 2016 O Ministério da Saúde provincial, através do Centro Único de Doação, Ablação e Implante de Órgãos e Tecidos (Cudaio), recebeu três jovens voluntários estrangeiros, que ao longo de seis semanas participaram das atividades de promoção de doação e transplante realizadas pelo organismo.

Durante o estágio no Cudaio, os voluntários contribuíram com as atividades de promoção e difusão da doação de órgãos e tecidos, realizaram um arquivo fotográfico do Centro Regional de Hemoterapia, e elaboraram uma exaustiva enquete sobre conhecimentos e condutas da população adulta a respeito da doação de sangue.

A EXPERIÊNCIA
O subdiretor do Cudaio em Rosario, Silvio Pulcinelli, expressou que se bem que no organismo estão “acostumados a trabalhar com voluntários, e muitas de nossas iniciativas de promoção se baseiam em um forte compromisso da comunidade, esta experiência com os estrangeiros foi de uma riqueza particular”.

Pulcinelli salientou que a participação dos três jovens “foi prolongada e abordou temáticas que requereram maior seguimento e aprofundamento”, e destacou que realizaram o estágio “com muita vontade e talento”.

OS VOLUNTÁRIOS
Trata-se de Micaela Trujillo e Leonela Cabrera, ambas equatorianas, e Diego Acedo do Brasil, que chegaram à sede do Cudaio Rosario graças ao programa de intercâmbios internacionais da organização global Aiesec. As moças do Equador são estudantes de Engenharia comercial, em Quito, e o voluntário brasileiro é especialista em marketing.

Quanto à experiência, Diego expressou que lhe interessou “a ideia de trabalhar na área da saúde porque é um tema importante e necessário em qualquer parte do mundo” e expressou que no Cudaio tiveram liberdade “para propor ideias e atividades”.

“Encontrei uma grande equipe de trabalho, que conta com um sistema de manejo atualizado no que diz respeito ao técnico e à comunicação; também vi um grande compromisso nos profissionais que conheci”, concluiu o jovem do Brasil.

Sobre a temática em geral, Leonela expressou que “não conhecia sobre a doação” e “não esperava uma organização tão magnífica, com tanto conhecimento para realizar esse impressionante trabalho”.

A equatoriana também salientou que a sua experiência no Cudaio mudou a sua “maneira de pensar a doação e os transplantes, pois as pessoas nos necessitamos umas a outras e na Argentina é tão fácil ajudar somente com expressar a vontade”.

Por sua parte, Micaela disse ter conhecido com uma instituição com “um fim muito grande” onde encontrou que “cada pessoa tem atividades próprias de grande importância”, embora “a maioria não se perceba à primeira vista, durante o processo de transplante estão ali e são vitais para levar a cabo algo tão importante como dar vida”.